Blog Olhar Olímpico

Um ano após Bolt, Jady vende cosméticos e cobra cachê para dar entrevistas

Demétrio Vecchioli

16/08/2017 04h00

Facebook/Reprodução

Entre tantos personagens que passaram pela Vila dos Atletas do Rio durante o ano passado, uma ganhou as manchetes do mundo inteiro sem sequer ter competido. O grande feito da então estudante carioca Jade Duarte nos Jogos Olímpicos foi, digamos, ter um relacionamento amoroso com Usain Bolt. As fotos vazaram e Jade tornou-se celebridade instantânea. Um ano depois, ela continua tentando tirar proveito daqueles minutos.

Procurada para contar ao UOL como está sua vida um ano depois da Olimpíada do Rio, Jade inicialmente pediu que a reportagem entrasse em contato com seu empresário  Patrick Morais. Depois, voltou atrás, perguntou como seria a entrevista e não titubeou: “E quanto é o cachê?”. Expliquei que tratava-se de material jornalístico, não de entretenimento, mas fiquei sem resposta. Patrick, que além de empresário é namorado dela, depois explicou brevemente que a decisão dela era definitiva. Só falaria ao UOL se recebesse cachê.

Foi assim, na base de cachês, que Jade (que hoje assina Jady) ganhou a vida por algum tempo. Em fevereiro, o Extra noticiou que ela “quer distância dos holofotes” depois de juntar R$ 400 mil graças à “exposição” que teve. Com o dinheiro, teria comprado uma casa e uma vila de quitinetes em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. Questionada pela reportagem do UOL, nem essa informação ela quis confirmar. No Instagram, Patrick chegou a dizer que a notícia era 100% falsa. Juntos, Patrick e Jady vendem cosméticos pela internet, a partir do perfil M Make Store do Instagram e Duarte Duarte no Facebook.

Em setembro, o Extra chegou a publicar que um canal de TV francês esteve no Rio “seguindo os passos” de Jade para um reality show, mas o Olhar Olímpico não encontrou qualquer informação sobre a exibição de tal programa na televisão francesa. Também não há qualquer referência sobre o suposto reality nas redes sociais de Jady.

Exatamente um mês depois da noite romântica com Bolt, ela colocou silicone nos seios e passou por uma lipoaspiração na barriga, garantindo que seu nome continuasse na mídia por mais alguns dias. Os holofotes em torno dela, porém, foram diminuindo ao longo dos meses.

Mesmo nas redes sociais, ela parece não ter nem de perto o sucesso estrondoso feito há um ano. No Facebook, são 23 mil seguidores. No Instagram, apenas 11 mil – como comparação, Luane Dias, ex-namorada de Patrick, que participava do programa “Esquenta” soma 663 mil. Mesmo aparições VIP’s aparentemente têm sido raras – a última citada no Facebook é de novembro de 2016.

Sobre o autor

Demétrio Vecchioli, jornalista nascido em São Roque, interior de SP, vive na capital paulista desde que começou a estudar jornalismo na Faculdade Cásper Líbero, onde terminou a graduação em 2007 e a pós-graduação em 2011. Após início na Rádio Gazeta, foi repórter na Agência Estado e no Estadão. Focado na cobertura olímpica, produziu o Giro Olímpico para o UOL e reportagens especiais para a revista IstoÉ 2016. Criador do Olimpílulas, foi colunista da Rádio Estadão e blogueiro do Estadão, pelo qual cobriu os Jogos do Rio-2016.

Sobre o blog

Um espaço que olha para os protagonistas e os palcos do esporte olímpico. Aqui tem destaque tanto os grandes atletas quanto as grandes histórias. O olhar também está sobre os agentes públicos e os dirigentes esportivos, fiscalizados com lupa.

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