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Olhar Olímpico

Larissa e Talita faturam o bronze no Campeonato Mundial de Vôlei de Praia

Demétrio Vecchioli

05/08/2017 10h11

(divulgação/FIVB)

O Brasil não fez grande campanha no Campeonato Mundial de Vôlei de Praia, mas ainda não será desta vez que o país sairá desta competição sem uma medalha. Neste sábado, Larissa e Talita garantiram a primeira medalha brasileira em Viena (Áustria), de bronze, depois de vencerem Pavan/Humana-Paredes, do Canadá, por 2 a 1 (21/12, 16/21 e 18/16) na disputa pelo terceiro lugar.

O país ainda tem mais uma chance de medalha, porque Evandro e André estão na semifinal masculina. Dupla brasileira menos cotada a ir ao pódio antes de o Mundial começar, eles passaram pelas quartas de final neste sábado, ao vencerem Saxton/Schalk, do Canadá, também por 2 sets a 1. Os canadenses haviam sido os algozes dos campeões olímpicos Alison e Bruno Schmidt. A semifinal será ainda neste sábado em Viena.

O Mundial é o terceiro da carreira de Evandro, que foi bronze com Pedro Solberg em 2015, na Holanda, e ficou em quinto com Vitor Felipe em 2013, na Polônia. Já André Loyola Stein (que não é parente do ex-jogador Loyola, apesar de também ser do Espírito Santo) tem só 22 anos e estreia em Mundiais.

Entre as mulheres, Talita está em seu sexto Mundial e ganhou seu terceiro bronze (ficou em terceiro com Maria Elisa, em 2009). Larissa tem um histórico melhor. A medalha é a quinta da carreira, a segunda de bronze. Com Juliana, ela ganhou um ouro e duas pratas.

Depois de ganhar cinco medalhas no Mundial de 2015, o Brasil vem decepcionando de forma geral até aqui em Viena. Desde que o Mundial começou a ser disputado, em 1997, sempre em anos ímpares, o Brasil teve suas piores campanhas em 2007, quando Juliana e Larissa ganharam um bronze, e em 2013, quando faturou um bronze e uma prata.

 

Sobre o autor

Demétrio Vecchioli, jornalista nascido em São Roque (SP), é graduado e pós-graduado pela Faculdade Cásper Líbero. Começou na Rádio Gazeta, foi repórter na Agência Estado e no Estadão. Focado na cobertura olímpica, produziu o Giro Olímpico para o UOL e reportagens especiais para a revista IstoÉ 2016. Criador do Olimpílulas, foi colunista da Rádio Estadão e blogueiro do Estadão, pelo qual cobriu os Jogos do Rio-2016.

Está disponível para críticas, elogios e principalmente sugestões de pautas no demetrio.prado@gmail.com.

Sobre o blog

Um espaço que olha para os protagonistas e os palcos do esporte olímpico. Aqui tem destaque tanto os grandes atletas quanto as grandes histórias. O olhar também está sobre os agentes públicos e os dirigentes esportivos, fiscalizados com lupa.