Blog Olhar Olímpico

Ela é uma recordista? Nove verdades e uma mentira sobre os Jogos Olímpicos

Demétrio Vecchioli

19/04/2017 10h00

(Chung Sung-Jun/Getty Images)

O Olhar Olímpico também resolveu entrar na moda lançada no Facebook e brincar de “9 verdades e 1 mentira”. Será que você é capaz de descobrir o que nessa lista é mentira? O resultado está lá embaixo do post, mas você vai ter que fazer conta, para ninguém reclamar de spoiler.

1 – Prapawadee Jaroenrattanatarakoon é uma recordista olímpica. A halterofilista tailandesa é a medalhista olímpica com o nome mais longo: 31 letras. Ela foi registrada como Junpim Kuntatean e competiu com esse nome até 2007, quando um vidente sugeriu a mudança de nome.

2 – Falar português não é, nem de longe, sinônimo de sorte nos Jogos Olímpicos. Dos países lusófonos, só Brasil, Portugal e Moçambique já ganharam medalhas olímpicas. Angola, Guiné-Bissau, Timor-Leste, Cabo Verde e São Tomé & Príncipe ainda buscam a primeira conquista.

3 – Hans-Gunnar Liljenwall foi o responsável pelo primeiro caso de doping dos Jogos Olímpicos. Em 1968, o sueco foi flagrado pelo exame antidoping por ter bebido (segundo ele) duas latinhas de cerveja. É que o álcool era considerado doping. O doping fez a equipe sueca de pentatlo moderno perder a medalha de bronze.

4 – Ian Millar é o recordista em participações nos Jogos Olímpicos. O cavaleiro esteve em 10 edições, mas ficou fora dos Jogos de Rio porque seu cavalo se lesionou. O veterano, porém, foi ao Rio do mesmo jeito, para torcer pela filha, Amy, que foi convocada para o seu lugar e estreou em Olimpíadas.

5 – No ano que vem, a América do Sul voltará a receber uma Olimpíada, agora em Buenos Aires. Só que essa será uma edição dos Jogos Olímpicos da Juventude, que antes passou por Cingapura (em 2010) e pela China (em 2014).

6 – Nobel da Paz de 1959, Philip Noel-Baker também foi atleta olímpico. Ele ganhou a prata nos 1.500m do atletismo nos Jogos da Antuérpia, em 1920, antes de se dedicar à carreira de diplomata. O britânico é a única pessoa do mundo a ter no currículo uma medalha olímpica e um Prêmio Nobel.

7 –  Já a atriz Glenda Jackson, que ganhou o Oscar de Melhor Atriz por A Touch of Class em 1974, é a única pessoa a colecionar uma medalha olímpica e um Oscar. Na juventude, Glenda foi ginasta e participou da equipe norte-americana bronze na ginástica rítmica nos Jogos de Roma, em 1960.

8 – O basquete feminino só se tornou uma competição olímpica em 1976, exatos 40 anos depois de o basquete masculino estrear nos Jogos de Berlim, em 1936. Entre as mulheres, o Dream Team norte-americano não perde desde 1992.

9 – O polonês Tomasz Zieliński terminou no nono lugar a disputa da categoria até 94kg do levantamento de peso nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, mas vive a expectativa de receber a medalha de bronze. É que, dos oito atletas que ficaram à frente dele, nada menos do que seis foram pegos no doping.

10 – Por causa do temor de atentados, a delegação dos Estados Unidos nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004, teve mais seguranças (600) do que atletas (538).

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(O número referente à mentira é a resposta do seguinte cálculo: 8 – 5 + 4)

 

 

Sobre o autor

Demétrio Vecchioli, jornalista nascido em São Roque, interior de SP, vive na capital paulista desde que começou a estudar jornalismo na Faculdade Cásper Líbero, onde terminou a graduação em 2007 e a pós-graduação em 2011. Após início na Rádio Gazeta, foi repórter na Agência Estado e no Estadão. Focado na cobertura olímpica, produziu o Giro Olímpico para o UOL e reportagens especiais para a revista IstoÉ 2016. Criador do Olimpílulas, foi colunista da Rádio Estadão e blogueiro do Estadão, pelo qual cobriu os Jogos do Rio-2016.

Sobre o blog

Um espaço que olha para os protagonistas e os palcos do esporte olímpico. Aqui tem destaque tanto os grandes atletas quanto as grandes histórias. O olhar também está sobre os agentes públicos e os dirigentes esportivos, fiscalizados com lupa.

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